domingo, maio 24, 2020

Jonas

O som do telefone tirou Dani da sonolência. Olhou e viu que era uma amiga. Não atenderia agora. Ainda estava sob o efeito calmante das (" Quantas horas? Nem vi. Ah! 23:35") cinco horas ininterruptas de prazer ao lado de Jonas. Cinco horas em que parecia que seu corpo nunca mais se saciaria. Ouviu o barulho do chuveiro. Ele ainda estava lá. Que homem! Seus músculos bem marcados sob a pele morena dourada. Beijou cada célula daquele corpo. Tinha certeza, riu.
Foi tudo tão de repente. Saíram da palestra na faculdade, ele ofereceu carona e quando viu já estavam aos beijos com mil mãos se procurando. Espreguiçou! Há quanto tempo queria esse homem! Mas não daria o braço a torcer, claro! Um homem daqueles, cheio de mulheres interessantes, interessadas não iria olhar pra ela, uma professora universitária de meia idade e ... Ah! Mas não importava mais. Ele a havia escolhido. Poderia ter saído de lá com qualquer uma, mas quem acabou de ter CINCO horas de prazer com ele, foi quem? Yeeees! Elazinha!!
O sorriso aberto parecendo menina boba foi surpreendido por ele que saindo do banheiro a tirou do devaneio dizendo que ela ficava linda a meia luz do quarto com aquele sorriso bobo e ele achava que ela queria mais... Nem deu tempo dela responder e um dos seios já estava na sua boca, sugando como se dependesse dele pra viver. Claro que ela não negou fogo e mais uma vez se contorceu em gemidos, esfregando- se no corpo dele, gulosamente querendo mais... Amanhã ele poderia sumir, aproveitaria hoje, agora...

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