Lilian abriu a porta do quarto e estacou com a visão do corpo delicioso de Bruno deitado de costas na cama dela. Fez bem em ter-lhe dado as chaves do apartamento enquanto viajava. Chegar cansada de cinco horas de vôo e ter uma visão dessas era o mais reconfortante que jamais poderia esperar. A luz fraca do abajour clareava o corpo bem definido dele, dando um sombreado misterioso. Percebeu cada músculo, a perna bem torneada, a bunda redonda. Ah, que bunda! A costela , os ombros fortes, os braços que a abraçavam tão carinhosamente. Desejava esse homem! Sem fazer barulho dirigiu- se ao banheiro para tirar o entulho da viagem...Um banho revigorante e Bruno... Era só o que precisava.
Saiu do banheiro e delicadamente se deitou ao seu lado encostando seu corpo úmido no dele, já frio do ar condicionado. Mal deve tempo de fechar os olhos. Bruno abracou-a, beijando com tanta sofreguidão como se fosse o último beijo e já em cima dela a penetrou numa só estacada. Sem rodeios, sem preâmbulos. Só o desejo contido de uma semana distante explodindo. Fizeram amor mais três vezes naquela madrugada. Assim, sem falar nada. O desejo no corpo e nos olhos já dizia toda saudade desses dias. De manhã...No próximo conto😉

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