Beliza Tentava dormir mas fritava na cama. Mesmo depois de ter chamado por ele no gozo da masturbação: Vem cá, vem me foder, Vem, filho da puta! Me come!
Achou que depois de gozar iria conseguir dormir e esquecer o corpo gostoso daquele homem alto, branco, de pele macia e lisa que escorregava no corpo dela. Já não se viam há uns dois meses. Não tinham nada demais. Ele era o seu PA e não havia sentimentos ou conversas. Mal trocavam palavras. Ele chegava, se beijavam intensamente , tiravam a roupa sofregadamente e começavam a explorar o corpo do outro em busca de satisfazer aquele prazer tão intenso que sentiam.
Beliza nunca tinha tido um PA antes, sempre buscava o amor, se apaixonar. Seus encontros eram de um dia, uma única noite porque não dava certo, e partir pro próximo numa busca incensante de encontrar o encaixe perfeito no homem do jeito que ela queria.
Com Carlos as coisas simplesmente aconteceram.
Se conheceram num site de relacionamento, marcaram o primeiro encontro e o tesão foi imediato.
Foram pra cama e sempre que podia uma vez por semana, às vezes um pouco mais, outras mais espaçadas, se encontravam pra saciar seus corpos, mas Belize queria também saciar a alma e aquilo começou a incomodá-la. Apesar de estar disposta a não ter nenhum relacionamento sério, os encontros esporádicos com Carlos a faziam se cobrar uma posição do que ela estava querendo da vida.
E aí começou a dar desculpas e os encontros começaram a ficar mais espaçados até que ele também começou a dar motivos de não ir vê-la quando ela pedia e ela, muito orgulhosa, parou de pedir. Mas como esquecer aquela boca macia que beijava tão gostosamente, aquele corpo malhado, a cabeça raspada, que gostava de acariciar e fazia cosquinha nas suas mãos, e o pau…Nossa!Que pau gostoso. Tamanho, grossura, dureza, maciez, tudo junto.Tudo perfeito e ele metia bem.Muito bem!
Beliza demorou tanto a se decidir a se encontrar e um belo dia quando foi mandar mensagem viu a foto dele com outra e logo em seguida estava bloqueada. Outra, mais rápida, ficou com o troféu que ela rejeitara. É! Não se pode esperar para segurar o que se quer ou corre-se o risco de perder. Ela perdeu. Não terá mais as tardes clandestinamente quentes e satisfatórias.
